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Veleiro

Um banco no cais, 
lá está sentado aquele rapaz.
Mas não é lá que ele quer estar.
Seu coração quer o mar.
Seu coração quer amar.
Não é no cais 
que ele encontra sua paz. 
Sua paz é o mar aberto.
Ele não quer mais o cais, 
ele quer a tempestade, 
ele quer a bonança, 
ele quer o mar, 
ele quer amar.

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