Meditações sobre o dízimo: Sacrifício agradável a Deus
Altar | Reflexões | Sex, 11 de Novembro de 2011 08:08
Porque eles, testemunho eu, na medida de suas posses e mesmo acima delas, se mostraram voluntários
(2 Coríntios 8.3)
O apóstolo Paulo, em sua segunda carta aos Coríntios, fala sobre o levantamento de uma oferta para os cristãos de Jerusalém. Ele fala sobre o empenho das igrejas da Macedônia, consideradas igrejas pobres, que na medida de suas posses, contribuíam com liberalidade para o sustento da obra de Deus em Jerusalém.
As palavras de Paulo servem de orientação para nós, hoje. O dízimo não deve ser dado de olho no valor que se contribui, mas de olho no coração de quem contribui. Por isso, o dízimo não é dado com base em valores, mas em porcentagem, e mais ainda, pode ser valores variáveis e ofertado de diversas maneiras. Paulo elogia os cristãos macedônios em sua liberalidade e voluntariedade em contribuir. Eles eram pobres, seus recursos mal cobriam suas despesas, mas mesmo assim contribuíam voluntariamente com os cristãos que necessitavam, tanto quanto eles. Eles contribuíam olhando para seus corações, não para o valor que estavam dando. Sabiam que aqueles valores, por menores que fossem, seriam multiplicados nas mãos de Deus. Precisamos ter consciência que nossa oferta não é só o valor financeiro, mas sim o valor que vai no coração. O sacrifício agradável a Deus é feito de coração, não pelo cifrão.
Que Deus nos abençoe
Rev. Giovanni Alecrim




